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A forma como a cidade de Feira de Santana é reconhecida hoje não nasce de um gesto simbólico. O título de Princesa do Sertão atravessa décadas como reflexo direto de um território que se estruturou a partir do movimento, das conexões, da troca e da capacidade de articulação entre diferentes regiões da Bahia. Esse posicionamento começou a ganhar contorno ainda no século XIX, quando a então povoação é elevada à categoria de vila, em 1833. O marco reorganizou então a presença administrativa e ampliou o alcance político do território. Quarenta anos depois, em 1873, a elevação à condição de cidade formaliza um crescimento que já se manifestava no cotidiano, impulsionado por uma economia baseada na circulação. Inserida em uma rota

A forma como a cidade de Feira de Santana é reconhecida hoje não nasce de um gesto simbólico. O título de Princesa do Sertão atravessa décadas como reflexo direto de um território que se estruturou a partir do movimento, das conexões, da troca e da capacidade de articulação entre diferentes regiões da Bahia. Esse posicionamento começou a ganhar contorno ainda no século XIX, quando a então povoação é elevada à categoria de vila, em 1833. O marco reorganizou então a presença administrativa e ampliou o alcance político do território. Quarenta anos depois, em 1873, a elevação à condição de cidade formaliza um crescimento que já se manifestava no cotidiano, impulsionado por uma economia baseada na circulação. Inserida em uma rota

Um gesto de solidariedade promete marcar o amanhecer do dia 9 de maio em Feira de Santana. A campanha em apoio à pequena Aurora Lima Nery ganha reforço com a realização da corrida e caminhada solidária “Corra no Amanhecer por Aurora”, que reunirá apoiadores em um momento de união e esperança. A concentração está marcada para sábado, 9 de maio, às 5h30, com saída da Casa Esportiva na Avenida Getúlio Vargas, seguindo pela Avenida Nóide Cerqueira. A proposta é simples: cada participante poderá escolher correr ou caminhar, transformando cada passo em um ato simbólico de apoio à causa. A iniciativa faz parte de uma mobilização que busca sensibilizar a comunidade para a história de Aurora, de apenas 4 anos, diagnosticada

Potências consolidadas no mercado internacional, como França, Itália, Reino Unido e Suécia, aparecem atrás do Brasil na corrida por maior presença feminina em cargos de liderança. A constatação é do estudo inédito ‘The State of Women in Leadership’ (2026), divulgado pelo LinkedIn e assinado por Silvia Lara e Matthew Baird. O levantamento indica que o país ocupa a 32ª posição no ranking global, com 32,2% de mulheres em funções de liderança. Embora ainda distante do topo – ocupado pela Finlândia, que registra 45,1%, o estudo também evidencia o avanço da América Latina. Países como Colômbia (7ª colocação), Costa Rica (9ª) e Chile (10ª) figuram entre os melhores desempenhos, reforçando a crescente presença feminina nos espaços de gestão. Para a publicitária