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Há casas que revelam muito sobre quem mora nelas antes mesmo de qualquer conversa. Uma fotografia antiga sobre o aparador, a louça que atravessou gerações ou aquela poltrona que ninguém pensa em substituir contam partes da vida dos moradores e vêm ganhando espaço em projetos de decoração que valorizam menos a padronização e mais a identidade. A cena é especialmente interessante em Feira de Santana, uma cidade marcada pela presença de famílias que construíram suas trajetórias no comércio, no setor de serviços e em diferentes atividades profissionais. Em muitos desses lares, a história familiar permanece materializada em objetos que continuam circulando pela casa. Uma mesa que pertenceu aos avós pode ganhar novo uso. Um conjunto de taças pode deixar a


Há casas que revelam muito sobre quem mora nelas antes mesmo de qualquer conversa. Uma fotografia antiga sobre o aparador, a louça que atravessou gerações ou aquela poltrona que ninguém pensa em substituir contam partes da vida dos moradores e vêm ganhando espaço em projetos de decoração que valorizam menos a padronização e mais a identidade. A cena é especialmente interessante em Feira de Santana, uma cidade marcada pela presença de famílias que construíram suas trajetórias no comércio, no setor de serviços e em diferentes atividades profissionais. Em muitos desses lares, a história familiar permanece materializada em objetos que continuam circulando pela casa. Uma mesa que pertenceu aos avós pode ganhar novo uso. Um conjunto de taças pode deixar a

No próximo dia 19, Feira de Santana recebe o Encontro de Moda Circular, realizado no Centro Universitário de Cultura e Arte, o CUCA. O evento reúne iniciativas ligadas à moda, ao artesanato, à arte e à economia criativa. Com entrada gratuita, a programação acontece das 9h às 17h e aproxima o público de propostas voltadas ao reaproveitamento, ao trabalho autoral e a novas formas de consumo. Ao longo do dia, o espaço receberá brechós, marcas autorais, produtores de acessórios artesanais, trabalhos em crochê e peças de artesanato. A programação também contempla produtos de culinária afetiva, ampliando o perfil da feira e reunindo diferentes frentes da produção independente. A agenda inclui ainda uma roda de conversa sobre moda e oficinas de

Vestir a Princesinha do Sertão é uma tarefa árdua. A chegada das novas coleções às vitrines da Getúlio Vargas à Santa Mônica marca o início de um período de transição na moda local, onde a busca por leveza e praticidade dita o ritmo da moda primaveril. Em meio a máximas que chegam a 35 °C, a alfaiataria leve surge como resposta ao calor intenso, combinando cortes, tecidos e modelagens amplas. Diante desse movimento de transição na região, a stylist, produtora de moda e consultora de imagem Maria Clara Olinto esclareceu dúvidas fundamentais acerca da estação. Com uma trajetória consolidada ao longo de sete anos de atuação no mercado baiano, a especialista tem transformado a forma como a consultoria de imagem


